Todos temos dores de crescimento.
É algo inevitável que nos persegue há gerações e que tormenta uns mais que outros. Não se trata de uma obra sobre dor fÃsica, mas sobre todo o processo que é o ato de crescer. Desde noites sufocantes no silêncio de uma casa vazia e deambulações interiores entre a vida e a morte, a quatro olhos que se fitam no escuro de um quarto, embebidos numa ignorante felicidade momentânea. Não é propriamente um livro de amor, mas sim de perda e (re)descoberta.
E de vida, muita vida.